{"id":70895,"date":"2018-01-07T23:07:13","date_gmt":"2018-01-08T02:07:13","guid":{"rendered":"http:\/\/supercinemaup.com\/?p=70895"},"modified":"2018-01-18T16:19:54","modified_gmt":"2018-01-18T19:19:54","slug":"serie-netflix-the-end-of-the-fing-world-discussao-empatia-relacoes-sociais-auto-descobrimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/serie-netflix-the-end-of-the-fing-world-discussao-empatia-relacoes-sociais-auto-descobrimento\/","title":{"rendered":"A nova s\u00e9rie da Netflix &#8220;The End of the F***ing World&#8221; traz uma discuss\u00e3o sobre empatia, rela\u00e7\u00f5es sociais e o auto-descobrimento"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section admin_label=&#8221;section&#8221; background_image=&#8221;http:\/\/supercinemaup.com\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/The-End-of-the-Fucking-World-Netflix-Trailer-Super-Cinema-UP.jpg&#8221; transparent_background=&#8221;off&#8221; allow_player_pause=&#8221;off&#8221; inner_shadow=&#8221;off&#8221; parallax=&#8221;on&#8221; parallax_method=&#8221;off&#8221; make_fullwidth=&#8221;off&#8221; use_custom_width=&#8221;off&#8221; width_unit=&#8221;on&#8221; make_equal=&#8221;off&#8221; use_custom_gutter=&#8221;off&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;row&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243;][et_pb_image admin_label=&#8221;Imagem&#8221; src=&#8221;http:\/\/supercinemaup.com\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/The-End-of-the-Fucking-World-p\u00f4ster-cr\u00edtica-netflix-super-cinema-up.jpg&#8221; show_in_lightbox=&#8221;off&#8221; url_new_window=&#8221;off&#8221; use_overlay=&#8221;off&#8221; animation=&#8221;left&#8221; sticky=&#8221;off&#8221; align=&#8221;left&#8221; force_fullwidth=&#8221;off&#8221; always_center_on_mobile=&#8221;on&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221; custom_margin=&#8221;|10px||&#8221; \/][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; background_color=&#8221;rgba(234,234,234,0.6)&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221; custom_margin=&#8221;|||10px&#8221; custom_padding=&#8221;10px|10px|10px|10px&#8221;]<\/p>\n<p><strong>&#8220;The end of the F***ing World&#8221;<\/strong> \u00e9 uma s\u00e9rie que come\u00e7a com um tom leve, levando o p\u00fablico ao um tom mais pesado com o passar dos epis\u00f3dios. Para quem n\u00e3o sabe o que esperar, a s\u00e9rie conversa com muitas outras obras como <strong>&#8220;Dexter&#8221;<\/strong>, <strong>&#8220;Bonnie &amp; Clyde&#8221;<\/strong>, <strong>&#8220;As Vantagens de ser Invis\u00edvel&#8221;<\/strong> e <strong>&#8220;Submarine&#8221;<\/strong>, sem nunca ultrapassar a homenagem. Aqui temos <strong>James<\/strong>, um garoto com conflito de ser um psicopata ou n\u00e3o. Ele usa a escola para observar as pessoas e finalmente fazer sua primeira v\u00edtima. Por sorte ou n\u00e3o, ele encontra <strong>Alyssa<\/strong>; uma garota exc\u00eantrica que ao ver James, busca a aceita\u00e7\u00e3o de como ela v\u00ea o mundo. Ao se relacionarem, a hist\u00f3ria caminha para o famoso clich\u00ea de casal, por\u00e9m, com apenas 20 minutos por epis\u00f3dio, somos abordados pelo tema psicopatia de uma forma diferente. Por vezes desafiando o p\u00fablico com di\u00e1logos desbocados de Alyssa, mas muito bem humorados e uma certa estranheza que pode causar inc\u00f4modo em alguma parte do p\u00fablico, sem nunca perder o apre\u00e7o do que ainda est\u00e1 por vir. Muitas vezes, percebemos o qu\u00e3o os criadores tamb\u00e9m conversam com o diretor <strong>Tim Burton<\/strong>, pela forma distanciada como os personagens se relacionam com o mundo real; as vezes algumas atitudes n\u00e3o parecem fazer parte de uma pessoa real e todo aquele que comprar a ideia do extraordin\u00e1rio e bizarro, pode gostar do que est\u00e1 por vir.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row admin_label=&#8221;Linha&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; background_color=&#8221;rgba(234,234,234,0.6)&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221; custom_padding=&#8221;10px|10px|10px|10px&#8221;]<\/p>\n<p>Com um roteiro que nos desafia mais do que nos recompensa, &#8220;The end of the F***ing World&#8221;, promete nos primeiros epis\u00f3dios algo inovador, mas a prote\u00e7\u00e3o dos criadores com os personagens faz com que voc\u00ea perceba at\u00e9 a metade da s\u00e9rie que algumas consequ\u00eancias n\u00e3o pesam tanto quanto os atos. Com uma fotografia linda e uma boa composi\u00e7\u00e3o de cena, a nova s\u00e9rie da <strong>Netflix<\/strong> promete entregar <em>frames<\/em> t\u00e3o bonitos quanto outros de suas obras, nunca se deixando levar pelo habitual e sempre explorando um pouco mais sobre os personagens em di\u00e1logos e narra\u00e7\u00f5es em <em>off<\/em>. Por\u00e9m n\u00e3o podemos dizer o mesmo da composi\u00e7\u00e3o de cenas atreladas a um carnaval de m\u00fasicas, nos mostrando que ou os criadores estavam empolgados com sua <em>playlist<\/em> do<em> Spotify<\/em>, ou realmente a inseguran\u00e7a dos di\u00e1logos, das narra\u00e7\u00f5es e as composi\u00e7\u00f5es de cena n\u00e3o s\u00e3o o bastante para uma empatia entre p\u00fablico, hist\u00f3ria e personagens, torando-os de tr\u00eas em tr\u00eas minutos, fragmentos de videoclipes &#8220;<em>teen<\/em>&#8220;. Sem soar com descr\u00e9dito, tais negatividades, temos aqui uma obra de qualidade que flerta com o bizarro de uma maneira as vezes inventiva e as vezes rasa, nada que chegue perto de um Tim Burton ou um <strong>David Linch<\/strong>, mas \u00e9 muito bom ver que ideias diferentes est\u00e3o alcan\u00e7ando com facilidade o grande p\u00fablico.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row admin_label=&#8221;Linha&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243;][et_pb_image admin_label=&#8221;Imagem&#8221; src=&#8221;http:\/\/supercinemaup.com\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/The-End-of-the-Fucking-World-p\u00f4ster-cr\u00edtica-netflix-super-cinema-up-.jpg&#8221; show_in_lightbox=&#8221;off&#8221; url_new_window=&#8221;off&#8221; use_overlay=&#8221;off&#8221; animation=&#8221;left&#8221; sticky=&#8221;off&#8221; align=&#8221;left&#8221; force_fullwidth=&#8221;off&#8221; always_center_on_mobile=&#8221;on&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221; custom_margin=&#8221;|10px||&#8221; \/][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; background_color=&#8221;rgba(234,234,234,0.6)&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221; custom_margin=&#8221;|||10px&#8221; custom_padding=&#8221;10px|10px|10px|10px&#8221;]<\/p>\n<p>Fazendo assim &#8220;This is the F***ing World&#8221; se torna uma discuss\u00e3o que vale a pena, abordando assuntos familiares como o abandono dos pais, suic\u00eddio, homic\u00eddio, d\u00favidas, descren\u00e7as e um olhar para o diferente. Com atua\u00e7\u00f5es regulares por parte de James, sem muita express\u00e3o e carisma, fazendo com que isso seja o principal elo com o p\u00fablico. Quem realmente brilha na s\u00e9rie \u00e9 Alyssa, fazendo as vezes com que a gente se pergunte se a hist\u00f3ria \u00e9 realmente por causa de James e n\u00e3o por ela. Claro que o envolvimento dos dois \u00e9 parte essencial para a trama, mas s\u00e3o todas as atitudes de Alyssa que a hist\u00f3ria deixa de caminhar para finalmente se mostrar para o que veio. Sendo assim, depois de maquinar todas as apresenta\u00e7\u00f5es, nos perguntamos onde &#8220;The end of the F***ing World&#8221; vai nos levar, mesmo caindo sempre no habitual e corriqueiro no final, a s\u00e9rie \u00e9 mais uma daquelas que nos faz apreciar a jornada de ver o caminho do ciclo, onde as vezes at\u00e9 os bizarrinhos querem no fim se tornar normais, mesmo que seja duro ser assim.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira o que achamos da nova s\u00e9rie da Netflix.<\/p>","protected":false},"author":19,"featured_media":70900,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[2415,2425],"tags":[928,10064,13361,13251,1648,3205,13248],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70895"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70895"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70895\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":70901,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70895\/revisions\/70901"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70900"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70895"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70895"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70895"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}