{"id":72682,"date":"2018-06-05T17:05:26","date_gmt":"2018-06-05T20:05:26","guid":{"rendered":"http:\/\/supercinemaup.com\/?p=72682"},"modified":"2021-08-05T18:57:02","modified_gmt":"2021-08-05T21:57:02","slug":"jurassic-world-reino-ameacado-arrisca-e-abre-portas-para-a-franquia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/jurassic-world-reino-ameacado-arrisca-e-abre-portas-para-a-franquia\/","title":{"rendered":"&#8220;Jurassic World: Reino Amea\u00e7ado&#8221; arrisca e abre portas para a franquia"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section admin_label=&#8221;section&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;row&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;]<\/p>\n<p>H\u00e1 25 anos estreava \u201cJurassic Park\u201d, um filme que n\u00e3o s\u00f3 revolucionou o cinema pela produ\u00e7\u00e3o ousada e caprichada, mas tamb\u00e9m moldou uma a forma como uma gera\u00e7\u00e3o se relaciona com os dinossauros. \u00c9 ineg\u00e1vel o papel do longa no gosto (quase) un\u00e2nime pelos monstros pr\u00e9-hist\u00f3ricos, e h\u00e1 quem diga que o filme de <strong>Steven Spielberg<\/strong> influenciou uma nova gera\u00e7\u00e3o de paleont\u00f3logos. Tamanha relev\u00e2ncia \u00e9 t\u00e3o assustadora quanto um T-Rex e esse legado foi muito explorado, com altos e baixos, neste quarto de s\u00e9culo, nos trazendo at\u00e9 \u201cJurassic World: Reino Amea\u00e7ado\u201d.<\/p>\n<p>Em 2015, ap\u00f3s 14 anos de sua \u00faltima sequ\u00eancia, \u201cJurassic Park\u201d ganhou um <em>reboot<\/em> e vimos a franquia renascer em \u201cJurassic World\u201d. O longa foi uma das maiores bilheterias da hist\u00f3ria e, mesmo apresentando uma hist\u00f3ria com a mesma ess\u00eancia do primeiro filme de Spielberg, soube encontrar o seu rumo e identidade no futuro da franquia, matando a saudade dos f\u00e3s da Ilha Nublar.<\/p>\n<p>\u201cJurassic World: Reino Amea\u00e7ado\u201d segue a mesma f\u00f3rmula, inspirando-se em \u201cO Mundo Perdido: Jurassic Park\u201d, segundo filme da franquia dirigido por Spielberg. Na trama, ap\u00f3s 3 anos do incidente na Ilha Nublar, um vulc\u00e3o entra em atividade e amea\u00e7a extinguir os dinossauros que l\u00e1 ficaram. Esta \u201cnova\u201d extin\u00e7\u00e3o divide a opini\u00e3o p\u00fablica, onde ativistas clamam por uma posi\u00e7\u00e3o do governo para salvar as esp\u00e9cies da ilha. Claire Dearing (<strong>Bryce Dallas Howard<\/strong>), ex-diretora do Jurassic World, lidera um desses movimentos e acaba retornando para a ilha numa miss\u00e3o de resgate dos dinos, ao lado do treinador de velociraptors Owen Grady (<strong>Chris Pratt<\/strong>).<\/p>\n<p>A personagem de Bryce evoluiu, assim como a sua atua\u00e7\u00e3o, e vemos uma Claire mais meiga e engajada. Fica evidente a transforma\u00e7\u00e3o causada pelo incidente do filme anterior, e a atriz soube transparecer essa carga emocional. J\u00e1 Chris Pratt entrega um personagem mais raso, mesmo com uma tentativa de aprofundar a hist\u00f3ria de Owen Grady, o ator s\u00f3 consegue se destacar nas cenas de a\u00e7\u00e3o e com\u00e9dia, com o seu perfil \u201cbad ass\u201d.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image admin_label=&#8221;Imagem&#8221; src=&#8221;http:\/\/supercinemaup.com\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/jw-blue.jpg&#8221; show_in_lightbox=&#8221;off&#8221; url_new_window=&#8221;off&#8221; use_overlay=&#8221;off&#8221; animation=&#8221;off&#8221; sticky=&#8221;off&#8221; align=&#8221;left&#8221; force_fullwidth=&#8221;off&#8221; always_center_on_mobile=&#8221;on&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221; custom_margin=&#8221;25px||25px|&#8221;] [\/et_pb_image][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;]<\/p>\n<p>Se algum personagem soube roubar a cena foi a Blue, a \u00fanica velociraptor sobrevivente do filme anterior. Blue faz as vezes do T-Rex nos outros filmes e, al\u00e9m de salvar os her\u00f3is em v\u00e1rios momentos, tem cenas verdadeiramente emocionantes. Tanto o diretor, <strong>J.A. Bayona<\/strong>, como a equipe de efeitos especiais trabalharam muito bem para a emo\u00e7\u00e3o da personagem parecer ver\u00eddica.<\/p>\n<p>Inclusive, a dire\u00e7\u00e3o de Bayona apostou muito na emo\u00e7\u00e3o, o que traz novos ares para a franquia. A nova extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros \u00e9 triste, e a cat\u00e1strofe foi tratada com respeito dentro da trama, de forma muito semelhante que o diretor trabalhou em \u201cO Imposs\u00edvel\u201d (2012). Bayona tamb\u00e9m acertou ao abandonar as cenas misteriosas, visto que n\u00e3o h\u00e1 necessidade de ocultar os dinossauros no quinto filme da franquia.<\/p>\n<p>Enquanto a dire\u00e7\u00e3o inovou, a trilha sonora ainda apostou nas notas de <strong>John Willians<\/strong>, entretanto a m\u00fasica tema j\u00e1 est\u00e1 desgastada nessa altura, e neste longa a utiliza\u00e7\u00e3o dela n\u00e3o traz nostalgia e chega a ser incoerente com algumas cenas que est\u00e1 presente. <strong>Michael Giacchino<\/strong> decepciona neste ponto, pois entregou uma trilha melhor para os trailers do que para o longa, mesmo que seja compreens\u00edvel a natural \u201cpress\u00e3o\u201d em inovar na trilha de um cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>\u201cJurassic World: Reino Amea\u00e7ado\u201d termina de uma forma que nenhum outro filme da franquia terminou, abrindo novas perspectivas para uma hist\u00f3ria completamente original e imprevis\u00edvel no, j\u00e1 anunciado, terceiro filme. E depois de 25 anos, ainda vale a pena ir aos cinemas para ver dinossauros em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Longa segue a f\u00f3rmula de &#8220;O Mundo Perdido&#8221; mas surpreende no final.<\/p>","protected":false},"author":65,"featured_media":72689,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[2415,2423],"tags":[1417,209,14095,1817,5603,10163,12945,12946,5655],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72682"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72682"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72682\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72703,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72682\/revisions\/72703"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/72689"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72682"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72682"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cinemaup.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}