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“Pokémon: Detetive Pikachu” é o primeiro live action da franquia criada por Satoshi Tajiri em 1995 sobre os pocket monsters e seus treinadores, o que começou com jogos para Game Boy hoje se estende em séries, filmes, mangás, cartas colecionáveis e muitos outros produtos, sendo a segunda franquia de mídia de jogos de maior sucesso e maior lucro do mundo, ficando atrás apenas de Mario.

Agora, no filme baseado no jogo homônimo para 3DS, onde Pikachu com seu chapeuzinho de Sherlock Holmes ajuda Tim Goodman a resolver os mistérios que cercam o desaparecimento de seu pai Harry, nós iremos conhecer um outro lado do universo tão amado, na história que se afasta dos treinadores capturando e treinando Pokémon para batalhas, os fãs poderão ver como seus Pokémon preferidos seriam na vida real, vivendo em harmonia com os humanos e realizando tarefas rotineiras.

Justice Smith, escolhido para viver Tim nos cinemas, esteve durante a CCXP 2018 no Brasil para divulgação do filme e a convite da Warner Bros, o Super Cinema Up teve a chance de participar de uma entrevista com o ator onde ele revela como foi trabalhar com Ryan Reynolds, que dá voz ao Pikachu, e fazer parte do universo Pokémon.

Confira abaixo a entrevista:

Para você o que faz Pokémon ser tão eterno como ele é?

JS: Eu acho que é a magia dele. Eu era muito fã da série original e dos jogos, porque era minha maneira de escapar para um mundo magico, e todo mundo, jovem e velho, está procurando por essa sensação de magia. Então eu acho que é por isso que ele dura tanto tempo, e também é um universo que está sempre se expandindo, a Pokémon Company é muito boa em dar as pessoas o que elas querem e dar as pessoas o que elas nem sabiam que queriam, e quando eles conseguem pensam “wow eu realmente queria isso”.

A história mais famosa da franquia Pokémon é sobre um treinador, que se torna campeão, captura todos eles, e o seu personagem tem um passado tentando ser um treinador, você poderia nos contar um pouco mais como o filme lida com isso, esse lado do mundo Pokémon que é principalmente o único lado que é explorado nos jogos?

JS: Eu acredito que a Pokémon Company está tentando mostrar um contraste entre essa nova região da cidade de Ryme onde Pokémon e humanos vivem em harmonia e que nós não vimos antes no universo Pokémon (os Pokémon eram mantidos em Pokébolas e colecionados e treinados para batalhar) porque te dá um maior entendimento do mundo nos qual os Pokémon existem e nos definitivamente fazemos isso no filme, nos falamos das diferenças entre o lugar onde o Tim cresceu, onde Pokémon são mantidos em Pokébolas, e então ele vai para a cidade de Ryme onde os Pokémon estão, vocês sabem, ajudando a cozinhar refeições, ou conduzindo o transito, mas eu acredito que é como eu disse antes a Pokémon Company é muito boa em expandir esse universo.

Então é um novo lado do universo, não tem nenhuma relação com a história do Ash capturando todos eles?

JS: É, é um novo lado do universo, mas há easter eggs da série original e dos jogos, porque Detetive Pikachu primeiramente é um jogo, então é bem próximo do roteiro do jogo, mas definitivamente tem vários presentes para os fãs mais aficionados.

Antes de você conseguir o papel para o filme você já conhecia o jogo Detetive Pikachu? Você assistia a série, já conhecia o universo?

JS: Eu assistia a série quando era criança e ainda jogo os jogos, mas especificamente o jogo Detetive Pikachu, eu estava tentando conseguir ele a muito tempo e a Pokémon Company descobriu que eu ainda não tinha e disse que eu precisava ter o jogo, então ele me deram, eles me deram esse Nintendo DS muito legal no formato de um Pikachu, então eu joguei metade do jogo, e daí meu DS descarregou e então o carregador não funcionou, então eu não sei como o jogo termina, É TÃO FRUSTRANTE!! (risos).

Qual o seu Pokémon favorito?

JS: Meu Pokémon favorito é o Totodile, da segunda geração, ele é do Pokémon Gold, que foi um dos primeiros jogos que eu tive do game boy color, ele é um dos Pokémon iniciais, então ele ocupa um lugar especial no meu coração.

O universo Pokémon é cheio de tecnologias esquisitas, como foi filmar com elas? Como elas aparecem no filme?

JS: Tem uma história que eu quero muito contar, mas eu não posso, porque não está no trailer. Tem essa tecnologia no filme que é tão legal e no set era, oh meu deus eu quero tanto contar! (risos). O departamento de arte fez um trabalho muito bom ao recriar algumas das tecnologias da série original e dos jogos e é tão legal!!

 
Você acredita que Detetive Pikachu pode abrir a porta para o universo Pokémon nos cinemas?

JS: Sim, oh sim, quero dizer, eu não sou a pessoa certa para dizer se isso vai acontecer, mas eu espero que sim, eu acho que muitos dos fãs também esperam, então, veremos.

Vocês já têm alguma ideia sobre o futuro do personagem ou do filme?

JS: Como sequencias? Nada que eu saiba, mas eu espero que acabe resultando em mais coisas sobre…

Esse filme é mais como uma história fechada ou tem algum final aberto que deixa algo para uma sequência?

JS: Não depende muito de mim se vai ter ou não uma sequência, de novo, eu espero que sim, estou com os dedos cruzados

Sabemos que você está trabalhando com o Ryan Reynolds, mas ele somente da a voz ao Pikachu, então, acredito que foi durante um tempo curto, mas como foi, vocês se deram bem, você o conheceu, trocaram algumas falas?

JS: Sim, ele é incrivelmente engraçado, eu já sabia que ele era engraçado só de assistir seus filmes, mas pessoalmente ele inventa as coisas tão rápido, que está além, ele é realmente um homem talentoso, mas sim, nos tivemos um semana sozinhos antes de começarem as gravações, e nós tivemos uma semana de processo de ensaio onde a gente passou pelo filme inteiro, cena por cena, e encontramos nossa dinâmica e improvisamos um pouco, e Ryan estava usando esses capturadores de movimento para pegaram suas expressões para o Pikachu.

Todos os Pokémon são CGI certo? E nós sabemos que você já trabalhou com CGI antes, em Jurassic World, mas, como foi interpretar um papel maior agora, apenas falando com tela verde e estando meio que sozinho?

JS: Não, eles são reais (risos). Eu estou sempre sozinho, mas eu tenho os Pokémon. É muito mais difícil do que fugir gritando de dinossauros, porque eu não tinha uma conversa efetiva com o dinossauro e reagia ao que eles estavam dizendo, então nesse aspecto foi um pouco mais desafiante, mas… eu não sei porque eu disse mas (risos), foi desafiante, foi difícil, mas eu vi o filme e realmente parece que nós estamos no mesmo lugar juntos.

Qual foi a parte mais desafiadora de trabalhar frente a alguém que não está lá?

JS: Tudo. Já é difícil o suficiente atuar com alguém que está lá, então quando você remove isso fica 10 vezes mais difícil, mas eu me acostumei bem rápido. Eu me lembro que na escola de atuação eu fazia monólogos sempre, onde você atua sozinho, e é muito parecido com isso, mas eu tinha um leitor, que basicamente lia todas as falas do Ryan para a câmera, então eu não estava completamente sozinho, eu tinha para quem responder, mesmo que eu estivesse olhando para o nada. Foi desafiador.

Você teve alguma preparação especial para o papel de Tim Goodman? Ou aconteceu meio que naturalmente para você? Você não teve que fazer nada esquisito antes de entrar no set?

JS: Não, nada esquisito, nada do tipo. Tim é bastante cínico, ele é o oposto do Pikachu, como vocês viram no trailer, então eu tive que ser o mais seco e amargo possível, o que foi muito divertido, e além disso tem o Ryan tirando sarro de mim, foi muito divertido, foi um dos papeis no qual eu pude explorar esse meu lado mais voltado para a comedia.

Como você sentiu quando assistiu ao filme pela primeira vez?

JS: Tão feliz, eu queria ver de novo, porque sabe quando você assiste pela primeira vez, você está tão impressionado, tipo meu deus isso é maravilhoso, mas eu também acho que esse é aquele tipo de filme que você quer assistir mais de uma vez, porque tem tanto para assimilar e tem varias coisas que eu não sabia se estariam no filme, porque no set eu atuava com o ar e quando eu vi os Pokémon animados, fazendo todo tipo de coisas, foi tipo essa é a coisa mais legal que eu já vi, então sim, eu fiquei muito impressionado.

Você costuma assistir os seus filmes depois que eles são lançados?

JS: Eu venho tentando fazer isso com mais frequência, eu venho tentando me sentir ok olhando para mim mesmo na tela, mas é difícil. Você sabe quando você grava um vídeo de você mesmo e você pensa “nossa minha voz soa assim?” Imagina isso, só que todo mundo também está assistindo.

Sua carreira deu um pulo 3 anos atrás com Cidades de Papel, desde então você esteve em alguns projetos importantes, como The Get Down, Jurassic World, o que mudou para você, quero dizer, você ainda vai aos mesmos lugares, ainda tem os mesmos amigos?

JS: Sim, surpreendentemente minha vida continua a mesma, por exemplo, 3 dias antes de eu chegar aqui no Brasil, eu estava em uma loja de conveniência equilibrando cereal e leite na mão, e daí 3 dias depois eu estou aqui no Brasil conversando com vocês, então, minha vida é basicamente a mesma, exceto por esses momentos.

Como foi fazer parte da história Pokémon, que é um sucesso tão grande ao redor do mundo?

JS: É incrível, é um sonho de criança virando realidade, eu ainda jogo, eu estou jogando Pokémon Crystal agora porque eu nunca tinha jogado antes, eu provavelmente deveria jogar um dos jogos novos, mas eu estou tão viciado aos mais antigos, então sim, fazer parte desse mundo é realmente ótimo.

Você sentiu alguma pressão em fazer parte da franquia?

JS: Eu senti alguma pressão, mas eu tentei levar as coisas como um dia de cada vez, porque se eu ficar pensando “Pokémon significa tanto para tantas pessoas e é uma coisa realmente muito grande e agora eu sou parte dela”, se eu ficar pensando sobre isso vou me estressar, então eu tento ficar tipo “eu vou acordar hoje, então eu vou para a Comic Con e vou conversar com algumas pessoas e então vou dormir”, isso me deixa equilibrado e tira a pressão.

Como é ter um ator negro como protagonista nesse filme, o qual faz parte de uma vasta franquia, e agora estão acontecendo vários movimentos como Time Is Up, como é para você ter esse papel?

JS: Eu acho muito legal porque eu sou sempre muito a favor de inclusão, a ter pessoas de cor em papeis nos quais eles não seriam necessariamente cogitados, e em histórias que não são sobre sua raça. O coração da nossa história é muito humano e universal, é sobre segundas chances, é sobre esse filho procurando o pai, sobre amizade, as quais são coisas que todos nos podemos nos relacionar. Eu sinto que quanto mais incluímos minorias nessas histórias, mais nos normalizamos eles e não focamos nas suas diferenças. Então ser o protagonista nesse filme com todas essas coisas em mente é um sonho que se realiza em vários aspectos de uma só vez.

É um filme para a família?

JS: Sim, é um filme para a família, é para todo mundo, para sua vó, para seu bebê e sobrinhos.

Vão ter muitos easter eggs para os fãs?

JS: Sim, tem muitos easter eggs para os fãs mais apaixonados e mesmo que você não seja um fã de Pokémon, a história é muito fácil de assimilar e acompanhar ao mesmo tempo que é incrivelmente engraçada e tem muito coração.

“Pokémon: Detetive Pikachu” estreia 9 de maio de 2019 nos cinemas e além de Justice Smith e Ryan Reynolds, o filme conta com Suki Waterhouse e Kathryn Newton no elenco, Rob Letterman, diretor de Goosebumps (2015) e As Viagens de Gulliver (2010), na direção, e promete muitas surpresas paras os fãs.

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