Nova série da Netflix “Atypical”, vai te fazer enxergar um capricho nas pequenas coisas com bom humor

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Como um mergulho no autismo, a nova dramédia da Netflix chegou para a coletânea de coisas que você precisar dar uma chance e contemplar o simples, e entender o quanto ele pode ser bem feito. Sam é um rapaz de 18 anos com características autistas que resolve ir a procura de uma namorada, a forma como ele lida com o mundo pode te fazer ver o capricho das pequenas coisas e se você aproveitar ao longo da série, pode perceber como moldaremos nossos filhos e até um conselho à um amigo, e como pessoas com autismo tem uma dificuldade para se relacionar, porque eles enxergam o mundo de uma forma peculiar, dando valor aos detalhes, enxergando aquilo que não percebemos e por experiência própria em alguns diálogos com pessoas próximas com autismo, eles nos fazem notar um fagulha espetacular no mundo que no nosso tempo todo desprezamos pela pressa, pelo fútil ou pela não vida.

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A série nos traz um estudo comprovando que apenas 9% das pessoas com autismo são casadas, o número pequeno se remete ao pouco envolvimento das pessoas com autismo com o ”manual social”. O modo de agir, o modo com que as pessoas se sentem confortáveis, o jeito que elas conseguem não ser despidas por seus atos, isso tudo implica para essa dificuldade das pessoas com autismo se relacionarem com alguém.

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O fruto da série é pegar de mão cheia os atributos de conviver com alguém assim, os pais se questionando até quanto devem vigiar os filhos e o quanto deixar eles livres beira ao risco e a vida. Jennifer Jason Leigh faz Elsa, mãe de Sam, e nos mostra aquela mãe super protetora que está confusa e assustada com a decisão do filho de se doar paras alguém, já Sam e o ator Keir Gilchrist, que o interpreta, nos dá um atuação autêntica. Todo o elenco de apoio nos trás para o mundo de Sam e nos dá nossas habituais versões sobre o tema, como lidamos com assuntos de forma corriqueira e pessoas com autismo consomem o assunto até o desgaste de suas mentes sobre eles.

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Essa é a Netflix falando de mais um assunto misturando o leve e o pesado em níveis que vão te tocar.  “Atypical” mais uma vez trouxe o tema na minha vida, dessa vez em tela me mostrando que os normais são eles, por que de fato o contemplar da vida é o apreciar o gole dos momentos, a compreensão dos inimagináveis detalhes. Sem dúvidas o questionamento de “Atypical” quebra muitos alicerces do manual social, de quem devemos ser, e como devemos nos portar, claro com muito discussão, mas o que sem dúvidas vai passar desapercebido pelo público é essa metáfora sobre a vida estilo beleza americana. Às vezes precisamos só parar de visualizar o ponto central do cotidiano e da rotina para darmos lugar para a contemplação daquele momento mais puro, como uma sacola que flutua em um redemoinho de folhas, como saber que os pinguins escolhem os parceiros e ficam com eles até o fim da vida, e notar o quão banal estamos sendo, que pessoas que quebram o código social, enxergam a vida de uma maneira que podemos nunca ver, pela incansável maneira de viver as coisas e nunca o respiro oportuno da vida.

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